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quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Salsicha com pêlos



Quem tem, vai concordar: é ou não é o Dachshund o cão mais adorável que existe? Mesmo sendo bipolar? 
Pois é, tenho um. Melhor, uma: a Nina (da abreviação de menina, bem entendido). Veio substituindo um outro macho, da mesma raça, mas bege, que morrera atropelado quando, num ato suicida, pulou da carroceria da camionete em movimento. R.I.P. Sheik.
A maioria dos cães desta raça são bravos e cheios de valentia. Mas a Nina não: já foi mãe 2 vezes (18 filhinhos ao todo), é super calma, educada e obediente. Carinhosa e sensível, chegou a emagrecer ao ficar 20 dias num hotel canino quando viajamos (com nossa dieta recuperou rapidinho). Paciente, teve que dividir, após 13 anos #foreveralone, seu espaço com a chata, briguenta, ciumenta e desobediente shih tzu Marie, meu presente vivo de aniversário, ano passado.
Momento Yoga ao sol
Mas por outro lado, todo este tormento foi bom: nunca uma companhia foi tão presente e agradável assim! Se dão super bem!
E, apaixonada como sou por esta raça - recomendadíssima para quem não tem crianças, ressalto! - é que descobri alguns objetos de desejo em sua homenagem. Quero todos!



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Mas o mais interessante foi este diagrama do cérebro de um salsicha

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Igual: sem tirar uma só cor! rs
Au-au pra vocês!

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