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terça-feira, 10 de setembro de 2013

Encontro de Estilo com Gloria Kalil

Oi bonitonas!
Semana passada a jornalista e consultora de moda, Gloria Kalil esteve em Maringá para o Workshop "Encontro de Estilo" onde abordou o comportamento em relação à moda.
Enfatizou que a moda se polarizou, se fragmentou para atender às diferentes necessidades de estilo e que as pessoas do mundo todo se integram e se incluem com esta conscientização.
Analisou a moda em diferentes décadas e disse que, nos anos 50, a moda era ditada pelos estilistas que criavam/mandavam -> a alta costura reproduzia -> pret a porter lançava -> ia para as ruas bem mais tarde. Expressava uma categoria, uma classe. Sempre a burguesia primeiro, depois o popular, vestindo bem ou não, já que era uma determinação social imposta na época.
Com a revolução jovem dos anos 60 veio a contracultura e a rebelião, incluindo os jovem na moda. Criou-se então uma dualidade como expressão ideológica da época. Ou você era revolucionário ou conservador.
Os anos 90 vieram para democratizar isso. Deixou a dualidade e trouxe a individualidade com suas tribos urbanas e a vasta multiplicidade de informação advinda das ruas. Gerou aqui uma multiplicidade de informação e várias maneiras de se estar na moda, conforme cada tribo, cada grupo.
Com esta super fragmentação da moda ter estilo passou a ser uma expressão da identidade, onde a mesma roupa passa a ter interpretações diferentes. A escolha do que vestir passou a ser o que nos representa, onde a escolha é o estilo e a moda é o produto ofertado.

Como construir um estilo?
Kalil relatou que construir um estilo depende de 3 fatores: se olhar no espelho, dominar a pessoa que é, e se ver andando.
No primeiro fator, avalia-se o caimento da roupa e de como ela fica em você. De frente e de costas. No seguinte, leva-se em consideração seu estilo de vida (seu orçamento, se trabalha muito, se vai a muitas festas), o que você faz (profissionalmente), seu biotipo (alta/baixa, peso, estrutural dos ombros e proporção tronco/pernas) e, o que causa impacto: se ver andando em um vídeo para se construir um estilo.
Com estas informações se chega ao verdadeiro estilo, pois a roupa é o seu depoimento, aquilo que expressa de si mesmo aos outros sem falar.
Valorizou que sim, a aparência é importante porque num mundo competitivo como o atual que vivemos, este 'detalhe' depõe (contra ou a favor) sobre quem você é.
Finalizou ressaltando que ser chique é uma questão de civilidade, não somente estar na moda mas sim de 50% de aparência e 50% de conteúdo.

O workshop teve inúmeros colaboradores e o Moinho Vermelho foi palco de desfiles e stands de roupas, calçados e acessórios. Repleto de fashionistas e profissionais do ramo da moda. Veja alguns lances.
O desfile contou com vestidos maravilhosos da loja Dankari e acessórios by Maria Dolores. 




E, claro, nós né...


Mas vem post exclusivo da make e cabelo. Promessa!


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