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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Dicas da nutri: os perigos escondidos nas fast-foods

Hambúrguer, batata frita, biscoito recheado e refrigerante. Não é novidade que alimentos como esses (conhecidos como Fast-Food) são grandes vilões para a saúde de qualquer um. O sabor e a praticidade associados a esse tipo de alimento, que é sempre muito calórico, o tornam uma tentação irresistível. 


Na maior parte das vezes, os alimentos de Fast-Food são desprovidos de nutrientes básicos para o bom funcionamento do corpo humano, e fartos em gorduras e açúcares. A atual sociedade, na qual as pessoas possuem pouco tempo para realizar atividades pessoais, inclusive para comer, produz, a cada dia, mais consumidores deste tipo de alimento, e aumenta as taxas de obesidade e outros problemas alimentares.

O perigo presente nessas “refeições rápidas” geralmente realizadas fora de casa consiste em um consumo de alimentos com alta densidade energética e baixo valor nutricional. A indústria visa basicamente atender as necessidades do homem moderno, sem se preocupar com a qualidade da alimentação oferecida. O povo brasileiro tem adquirido o hábito que se tornou cultural nos Estados Unidos de consumir esses alimentos, seja pela falta de tempo ou comodidade. 


O estado nutricional da população americana é afetado pela comprovada obesidade entre adultos, crianças e adolescentes. Em uma alimentação saudável não se deve conter alimentos processados, pré-preparados ou prontos, pois a industrialização dos alimentos retira o sabor original destes e para devolvê-lo são acrescentadas altas quantidades de açúcares, gorduras e sal.

A praticidade desses alimentos acarreta sérias consequências ao organismo, pois as substâncias contidas nestes devem ser administradas em doses mínimas diárias. As gorduras industrializadas, o açúcar e o sal presentes aumentam o risco de obesidade, doenças cardíacas, elevam o nível de colesterol e podem ocasionar o entupimento de veias e artérias.

Muitas crianças crescem em meio às redes de Fast-Food, que vêem nos pequenos um potencial grupo de consumidores. Comidas muito saborosas, com muitos elementos como molhos, frituras, queijos e nas sobremesas sorvetes, caldas, chocolates, enfim, uma enorme lista de ingredientes sedutores que fascinam até mesmo adultos, o que faz das crianças alvos fáceis de serem alcançados.

A comida rápida e de baixo custo dos Fast-Food está cada vez mais incorporada aos hábitos alimentares do indivíduo pós-moderno, no entanto os perigos envoltos neste tipo de prática estão gradativamente maiores. Além de estes alimentos serem ricos em gorduras e açúcares, na maioria das vezes os consumidores comem dirigindo, em frente ao computador ou ao telefone, situações em que a concentração não está na mastigação, que fica prejudicada, e sendo esta o primeiro estágio da digestão, faz com que esta sim se dê precariamente, prejudicando toda a absorção dos nutrientes, já pouco presente nesses alimentos, pelo corpo.

As gorduras usadas neste tipo de produtos,  as chamadas gorduras saturadas, aumentam os níveis de colesterol, provocando coágulos nas artérias e aumentando o risco de doenças coronárias. O sal em excesso é responsável em grande parte pelo aumento da pressão arterial e aumenta o risco de ataques cardíacos. 


O ideal seria excluir totalmente esses alimentos do nosso cardápio, porém se houver a necessidade de consumi-los que seja raramente. A contradição em se falar dos males causados pela ingestão frequente dos fast foods, é que se alimentar é um ato voluntário e consciente, partindo assim do individuo a escolha do que, onde e como comer. Por isso, escolha sempre refeições e lanches saudáveis que contribuam positivamente para a melhoria do estado nutricional.




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